Bom ano minha gente!!! Pessoas lindas que lêem A Manjerica!
Apesar de ter estado mais parado no final do ano, o blogue continua aqui firme como a cal e para ficar!
Umas semanas com mais posts, outras com menos, o mesmo acontecerá com os vídeos, mas não tenciono, pelo menos por agora, abandonar uma coisa que me dá tanta satisfação.
Prontos para agarrar o novo ano? 2018 promete, eu sinto isso. Tenho o melhor dos feelings em relação a este ano.
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2.1.18
19.10.17
Há dias assim, cheios
Há dias assim, cheios. Cheios de energia, de novidades, ideias, planos, alento, novas e renovadas esperanças.
Às vezes ouço histórias que me dão um boost de inspiração incrível, vontade de arriscar, de experimentar, de investir, de ir atrás de algo. Histórias de vida de pessoas que conheço bem, que conheço mal, que conheço mais ou menos, já dei por mim muitas vezes a pensar que quase todas as pessoas têm histórias maravilhosas para contar, histórias suas, histórias que inspiram e nos motivam a perseguir e/ou descobrir as nossas paixões.
E foi assim que surgiu esta ideia: "porque não entrevistar pessoas e pedir para que contem um pouco da sua história, dos seus interesses e paixões, e poder assim passar uma mensagem inspiradora para quem ouvir?"
Às vezes ouço histórias que me dão um boost de inspiração incrível, vontade de arriscar, de experimentar, de investir, de ir atrás de algo. Histórias de vida de pessoas que conheço bem, que conheço mal, que conheço mais ou menos, já dei por mim muitas vezes a pensar que quase todas as pessoas têm histórias maravilhosas para contar, histórias suas, histórias que inspiram e nos motivam a perseguir e/ou descobrir as nossas paixões.
E foi assim que surgiu esta ideia: "porque não entrevistar pessoas e pedir para que contem um pouco da sua história, dos seus interesses e paixões, e poder assim passar uma mensagem inspiradora para quem ouvir?"
18.8.17
Sobre Ser Feliz
Há uns dias vi um vídeo de uma Youtuber que sigo há muito tempo com o título: "3 passos para a felicidade".
Estava a tentar adormecer e confesso que no início carreguei no play sem grandes expectativas. À medida que fui vendo o vídeo, fui ficando cada vez mais interessada no que dizia. E no final, considero que foi um vídeo importante para mim. Gostei da mensagem e é por isso que estou aqui hoje a partilhá-la convosco. A verdade é que aquele vídeo fez tanto sentido para mim e para a minha vida que também pode fazer a diferença na vida de mais pessoas. E porque com a nossa felicidade não se brinca, resolvi partilhar algumas ideias com vocês (coloquei o vídeo no final para quem quiser ver).
Estava a tentar adormecer e confesso que no início carreguei no play sem grandes expectativas. À medida que fui vendo o vídeo, fui ficando cada vez mais interessada no que dizia. E no final, considero que foi um vídeo importante para mim. Gostei da mensagem e é por isso que estou aqui hoje a partilhá-la convosco. A verdade é que aquele vídeo fez tanto sentido para mim e para a minha vida que também pode fazer a diferença na vida de mais pessoas. E porque com a nossa felicidade não se brinca, resolvi partilhar algumas ideias com vocês (coloquei o vídeo no final para quem quiser ver).
23.1.16
Uma noite na Gare do Oriente
Hoje foi uma noite diferente. Saí do trabalho e encontrei-me com duas amigas para cumprirmos o que tínhamos em mente para esta noite. A distribuição de bens (alimentos e agasalhos) pelos sem abrigo na Gare do Oriente. Apesar de já ter tido no passado outras experiências de voluntariado, há muito tempo que não participava numa boa causa destas e, no caso concreto da distribuição de bens de forma direta, nunca tinha participado. A estreia foi esta noite e a sensação irá ficar gravada na minha memória certamente.
Estavam envolvidas nesta causa algumas pessoas que levaram bens e ficaram, como nós, a ajudar na distribuição. E começámos um a um, a passar por todos os sem abrigo que estavam deitados nos bancos da Gare - "Boa noite, quer leite? E com chocolate?". Homens mais velhos, mais novos, casais de namorados, mulheres sozinhas...encontrámos o mundo ali. E a confusão que me fez, o aperto no coração, quando ao falar com algumas pessoas me pareceram tão iguais a mim. Um mês na rua e eu estava igual. Tinham educação, sabiam falar, recusavam o leite em excesso com a honestidade de quem já tinha o suficiente para o seu próprio consumo. Não vi maldade, não vi perigo, não vi egoísmo. Vi gratidão nos olhos daquela Gare. Comoveu-me pensar que a vida às vezes é dura de mais e nos pode mandar ao chão sem que estejamos a contar com isso e preparados para fazer frente a alguma coisa.
Senti que foi um momento de "regresso às origens". Ao que é realmente importante. Somos uns sortudos e a maior parte do tempo nem nos apercebemos disso e queixamo-nos de tudo o que não temos.
Uma experiência a repetir e aprofundar, sem dúvida.
Beijinhos,
Estavam envolvidas nesta causa algumas pessoas que levaram bens e ficaram, como nós, a ajudar na distribuição. E começámos um a um, a passar por todos os sem abrigo que estavam deitados nos bancos da Gare - "Boa noite, quer leite? E com chocolate?". Homens mais velhos, mais novos, casais de namorados, mulheres sozinhas...encontrámos o mundo ali. E a confusão que me fez, o aperto no coração, quando ao falar com algumas pessoas me pareceram tão iguais a mim. Um mês na rua e eu estava igual. Tinham educação, sabiam falar, recusavam o leite em excesso com a honestidade de quem já tinha o suficiente para o seu próprio consumo. Não vi maldade, não vi perigo, não vi egoísmo. Vi gratidão nos olhos daquela Gare. Comoveu-me pensar que a vida às vezes é dura de mais e nos pode mandar ao chão sem que estejamos a contar com isso e preparados para fazer frente a alguma coisa.
Senti que foi um momento de "regresso às origens". Ao que é realmente importante. Somos uns sortudos e a maior parte do tempo nem nos apercebemos disso e queixamo-nos de tudo o que não temos.
Uma experiência a repetir e aprofundar, sem dúvida.
Beijinhos,
28.12.15
A última semana do ano
Bom dia Manjericas(os) natalícias(os) que me estão a ler aí desse lado! Como foram os dias de festa? Em família? Entre amigos? Em Portugal ou no estrangeiro? O que interessa é que os tenham aproveitado da melhor maneira com muita paz e amor no coração como manda a época :) e o resto é conversa. Ora bem, deixei-vos aqui à deriva durante uns dias porque não consegui mesmo ter tempo para escrever, os dias passaram a correr e sempre em visitas/passeios/almoços/jantares de família e dei por mim e hoje já é dia 28 e ainda não li os postais todos que a família escreveu e não explorei com a atenção devida alguns dos presentes que recebi. Mas as intenções são boas e tenciono fazê-lo antes do final do ano, portanto, até quinta-feira. Avançando, o meu Natal foi muito bom e diferente de todos até agora. Foi o primeiro Natal que passei com o noivo (:p) e a sua família e decidimos juntar as duas famílias no dia 24 o que, na minha opinião, não podia ter sido melhor ideia nem ter corrido melhor. Por isso foi um Natal diferente e especial (claro que os outros até agora também foram especiais, mas não foram diferentes como este :p). Em termos de presentes também foi muitooo simpático, não me posso queixar do Pai Natal porque foi mesmo muito generoso comigo :p
De resto, entrámos na última semana do ano. Uma semana de balanços e para traçar objetivos e metas para o próximo ano. Um renovar e virar de página em direção à folha branca que 2016 ainda é. Gosto de pensar assim no novo ano, como uma oportunidade de fazer de novo, fazer melhor. Vou pensar muito bem nas minhas metas para 2016 e nas mudanças que quero (mesmo) implementar. A vida é sempre a crescer, evoluir, melhorar :)
Beijinhos da vossa Manjerica,
De resto, entrámos na última semana do ano. Uma semana de balanços e para traçar objetivos e metas para o próximo ano. Um renovar e virar de página em direção à folha branca que 2016 ainda é. Gosto de pensar assim no novo ano, como uma oportunidade de fazer de novo, fazer melhor. Vou pensar muito bem nas minhas metas para 2016 e nas mudanças que quero (mesmo) implementar. A vida é sempre a crescer, evoluir, melhorar :)
Beijinhos da vossa Manjerica,
7.5.15
Um dia normal
Hoje foi um dia normal. Mais uma típica quinta-feira, um dia normal e igual a tantos outros (com aquela alegria crescente de quem sabe que vem aí o fim-de-semana!). Começou com uma ida para o trabalho a horas normais, o fluxo de trabalho desenrolou-se ao longo do dia de forma normal, à hora da saída surgiram as complicações (como sempre), o que acabou por me impedir de ir ao ginásio como queria. Vim para casa, pus-me o mais confortável possível e aqui estou eu, a relaxar e a escrever um pouco antes do jantar. Isto leva-me a uma conclusão: isto é a vida a passar por nós, somos nós a viver o dia-a-dia. E se não tentarmos ser felizes nas pequeninas coisas do dia-a-dia, um dia vamos perceber que a vida passou por nós num conjunto de "dias normais". Andamos sempre a correr de um lado para o outro, a tentar chegar a todo o lado e encaixar no nosso dia 1001 planos que muitas vezes não caberiam nem num dia de 40 horas. E muitas vezes dou por mim a não aproveitar o momento presente porque estou a pensar que dali a 20 minutos tenho de estar num outro lado qualquer. Para mim, o desafio é estar onde estou agora, em cada momento. Sentir e viver cada coisa na sua vez, no seu tempo certo.
Também sentem que passam o dia a correr de um lado para o outro? Também chegam ao final do dia sem parar e ainda com tarefas/planos que ficaram suspensos no ar?
Uma reflexão enquanto o cabelo seca. Vem calor, tenho tantas saudades tuas!
Boa noite :)
Também sentem que passam o dia a correr de um lado para o outro? Também chegam ao final do dia sem parar e ainda com tarefas/planos que ficaram suspensos no ar?
Uma reflexão enquanto o cabelo seca. Vem calor, tenho tantas saudades tuas!
Boa noite :)
29.4.15
Imagina uma vida...
"Imagina uma vida. Imagina, só. Ao acaso, uma vida qualquer. Em nada igual à tua, em muito idealizada. Diz a ti mesmo, eu gostava de ser assim, de estar ali, de fazer aquilo. Já está? Óptimo. Agora desprende-te. Desaperta o cinto, solta-te das amarras e liberta-te de qualquer autocensura que se possa atravessar no teu caminho. Quando ouvires essa vozinha diminuta proferir impropérios como “tu não és capaz, desiste”, atira-a de um penhasco abaixo. E dá o primeiro passo.
Se estás feito refém no interior das tuas próprias armadilhas, respira fundo e olha em teu torno. Talvez haja uma necessidade de mudança, ainda antes da necessidade de acção. Mudança de caminho, de definição, de atitude. Mudança tua, não dos outros: os outros, esses, serás tu a mudá-los. Mas tudo a seu tempo. Por agora, o teu comportamento mudará com uma alteração das tuas crenças. Alguém dizia que a definição de loucura é fazer sempre as mesmas coisas e esperar resultados diferentes. Estuda, observa, analisa, mentaliza-te. Agora sim, já te podes mexer.
Esquece as fronteiras que outros desenharam – o que são, afinal, as fronteiras, se não apenas linhas imaginárias nas quais todos concordámos, em algum ponto da História, em acreditar? Risca-as, limpa o mapa de rabiscos desnecessários, a terra é tua. Planta onde te apetecer, mas cuidado com as ervas daninhas. Não as quererás no teu jardim – nem nos dos outros. Arma-te em artista: tela em branco, pincéis acabados de comprar, tintas ainda por abrir. E agora visualiza o que queres, pinta sem medos de esborratar o esboço: afinal de contas, a vida sempre é um portefólio de rascunhos. E alguns, de vez em quando, saem bem à primeira.
Não desenhes, todavia, o teu destino final. Não pintes o quadro perfeito que esperas apreciar quatro segundos antes do suspiro derradeiro. Não. Porque sem mais caminho para onde andar, estagnas, perdes-te, morres. E depois? Depois não há depois. Há nada, há vazio. Desenha, portanto, um percurso, com todos os sulcos e buracos no pavimento, com todos os dias de chuva e desalento que te hão-de pôr à prova. Aprende com o falhanço. Mede também o alcance dos teus sucessos, que também os hás-de ter.
Quando estiver pronta a obra, faz-te mestre de ti mesmo. Traz vida à arte. Mexe-te. Leva a bagagem necessária. Talvez uma maçã no bolso não seja demais também. Segue. Sem olhar para trás, para o que eras, ou para o que poderias ter sido. Mantém os amigos perto, mas não abandones os inimigos, em especial aqueles que te dizem que não conseguirás fazer o que muito bem entendes. Um dia, dar-te-ão jeito para praticares a pontaria ou, apenas e só, para uma bela tarde de alegre (e metafórico) tiro ao alvo. Diverte-te. Aprecia cada passada mas mantém o foco. Mesmo que não saibas ao certo para onde vais, reconhecerás o lugar quando lá chegares. Boa viagem."
Texto de Nelson Nunes, 24/03/2015, retirado de Jornal Público
Adorei este texto!
Uma óptima quarta-feira!
Beijinhos :)
Se estás feito refém no interior das tuas próprias armadilhas, respira fundo e olha em teu torno. Talvez haja uma necessidade de mudança, ainda antes da necessidade de acção. Mudança de caminho, de definição, de atitude. Mudança tua, não dos outros: os outros, esses, serás tu a mudá-los. Mas tudo a seu tempo. Por agora, o teu comportamento mudará com uma alteração das tuas crenças. Alguém dizia que a definição de loucura é fazer sempre as mesmas coisas e esperar resultados diferentes. Estuda, observa, analisa, mentaliza-te. Agora sim, já te podes mexer.
Esquece as fronteiras que outros desenharam – o que são, afinal, as fronteiras, se não apenas linhas imaginárias nas quais todos concordámos, em algum ponto da História, em acreditar? Risca-as, limpa o mapa de rabiscos desnecessários, a terra é tua. Planta onde te apetecer, mas cuidado com as ervas daninhas. Não as quererás no teu jardim – nem nos dos outros. Arma-te em artista: tela em branco, pincéis acabados de comprar, tintas ainda por abrir. E agora visualiza o que queres, pinta sem medos de esborratar o esboço: afinal de contas, a vida sempre é um portefólio de rascunhos. E alguns, de vez em quando, saem bem à primeira.
Não desenhes, todavia, o teu destino final. Não pintes o quadro perfeito que esperas apreciar quatro segundos antes do suspiro derradeiro. Não. Porque sem mais caminho para onde andar, estagnas, perdes-te, morres. E depois? Depois não há depois. Há nada, há vazio. Desenha, portanto, um percurso, com todos os sulcos e buracos no pavimento, com todos os dias de chuva e desalento que te hão-de pôr à prova. Aprende com o falhanço. Mede também o alcance dos teus sucessos, que também os hás-de ter.
Quando estiver pronta a obra, faz-te mestre de ti mesmo. Traz vida à arte. Mexe-te. Leva a bagagem necessária. Talvez uma maçã no bolso não seja demais também. Segue. Sem olhar para trás, para o que eras, ou para o que poderias ter sido. Mantém os amigos perto, mas não abandones os inimigos, em especial aqueles que te dizem que não conseguirás fazer o que muito bem entendes. Um dia, dar-te-ão jeito para praticares a pontaria ou, apenas e só, para uma bela tarde de alegre (e metafórico) tiro ao alvo. Diverte-te. Aprecia cada passada mas mantém o foco. Mesmo que não saibas ao certo para onde vais, reconhecerás o lugar quando lá chegares. Boa viagem."
Texto de Nelson Nunes, 24/03/2015, retirado de Jornal Público
Adorei este texto!
Uma óptima quarta-feira!
Beijinhos :)
23.4.15
Dia Mundial do Livro
Hello!
Ando super-mega-extra desaparecida, i know! Mas a minha vida tem andando a mil à hora e com tantas coisas a acontecer "cá fora" não tenho conseguido dedicar-me ao que acontece "aqui dentro", neste meu mundinho chamado Wanderlust. Tenho muitas ideias novas que explorar aqui no Blog, só preciso de tempo e inspiração para começar a pô-las em prática. Quero que voltem os looks do dia, quero que voltem os textos, quero que comecem vídeos e quero dar vida a ideias giras que tenho dentro da minha cabecinha. Se ainda anda alguém por aí, não desistam aqui do estaminé porque o Wanderlust está a borbulhar com ideias novas para partilhar :)
E porque descobri, acidentalmente, que hoje é o Dia Mundial do Livro - e por adorar ler e escrever - decidi tirar (nem que fosse à força) 10 minutos do meu dia para vir aqui e escrever. Para mim escrever é partilhar, é contar histórias, é organizar ideias e pensamentos. Para mim escrever é situar-me no espaço e no tempo. É por vezes limpar a alma, outras viver o presente ou sonhar o futuro. É por isso que gosto tanto de escrever, de expor o que vou pensando, vivendo e sentindo. Muitas vezes só me apercebo das coisas quando as estou a escrever, só encaixo as peças todas de um "puzzle" quando coloco uma palavra a seguir à outra. E é isto, basicamente não tenho tido tempo nenhum para ler (ou então estou só a inventar desculpas porque o livro que estou a ler não me está a cativar assim tanto!). Mas sou teimosa com isto dos livros, mesmo quando não estou a adorar, se o comecei a ler tenho de levá-lo até ao fim, tenho de lê-lo todinho até à última palavrinha. Nem que fique meses nisto, a lutar contra o meu desinteresse! E vou acabá-lo, têm a minha palavra! Ehehe.
P.s.1 - Há malucos para tudo.
P.s.2 - Cada maluco com a sua pancada.
P.s.3 - Estão a ler algum livro?
P.s.4 - Qual é a vossa pancada? (só precisam de contar uma vá :p)
Ando super-mega-extra desaparecida, i know! Mas a minha vida tem andando a mil à hora e com tantas coisas a acontecer "cá fora" não tenho conseguido dedicar-me ao que acontece "aqui dentro", neste meu mundinho chamado Wanderlust. Tenho muitas ideias novas que explorar aqui no Blog, só preciso de tempo e inspiração para começar a pô-las em prática. Quero que voltem os looks do dia, quero que voltem os textos, quero que comecem vídeos e quero dar vida a ideias giras que tenho dentro da minha cabecinha. Se ainda anda alguém por aí, não desistam aqui do estaminé porque o Wanderlust está a borbulhar com ideias novas para partilhar :)
E porque descobri, acidentalmente, que hoje é o Dia Mundial do Livro - e por adorar ler e escrever - decidi tirar (nem que fosse à força) 10 minutos do meu dia para vir aqui e escrever. Para mim escrever é partilhar, é contar histórias, é organizar ideias e pensamentos. Para mim escrever é situar-me no espaço e no tempo. É por vezes limpar a alma, outras viver o presente ou sonhar o futuro. É por isso que gosto tanto de escrever, de expor o que vou pensando, vivendo e sentindo. Muitas vezes só me apercebo das coisas quando as estou a escrever, só encaixo as peças todas de um "puzzle" quando coloco uma palavra a seguir à outra. E é isto, basicamente não tenho tido tempo nenhum para ler (ou então estou só a inventar desculpas porque o livro que estou a ler não me está a cativar assim tanto!). Mas sou teimosa com isto dos livros, mesmo quando não estou a adorar, se o comecei a ler tenho de levá-lo até ao fim, tenho de lê-lo todinho até à última palavrinha. Nem que fique meses nisto, a lutar contra o meu desinteresse! E vou acabá-lo, têm a minha palavra! Ehehe.
P.s.1 - Há malucos para tudo.
P.s.2 - Cada maluco com a sua pancada.
P.s.3 - Estão a ler algum livro?
P.s.4 - Qual é a vossa pancada? (só precisam de contar uma vá :p)
31.3.15
Era uma vez a minha primeira casinha
Era uma vez a minha primeira casinha. Era um T1 muito bonitinho, branquinho e bege, imaculado. Mal o vi, foi amor à primeira vista. Decidi logo que não queria ver mais casas porque era ali que queria viver. Foi a minha primeira experiência a solo, fui viver sozinha, e durou exatamente 1 ano. Um ano repleto de coisas boas, novidades, experiências novas, jantares de amigos, noitadas, arrumação e desarrumação, momentos sozinha naquele silêncio que sabe tão bem e que só quem vive sozinho conhece. Foi um ano muito positivo e que não trocava por nada. Até que chega a pessoa certa e de repente surge a pergunta "queres vir viver comigo?". Um ano depois mudo-me para uma vida nova, a dois. Já não é a solo (adoro esta expressão), dado que o dia-a-dia é pensado a dois. Ontem fechei a porta da minha ex-casinha e saí de coração cheio e feliz. É engraçado como se sente tudo bate tão certo quando é realmente o "certo" dentro de nós. Vou partilhando com vocês as peripécias da minha nova vidinha a dois!
Boa noite! :)
Beijinhos
Boa noite! :)
Beijinhos
6.3.15
Quem tem dois apelidos no Facebook
Acabei de perceber uma coisa: quem tem dois apelidos no Facebook quer dizer alguma coisa com isto. Quer passar uma mensagem, um status social. Então passo a explicar-vos: o Facebook está dividido em duas categorias totalmente distintas e indicadoras do nível de "benzoquice" dos seus utilizadores. Ora, existe um grupo de utilizadores que apresentam apenas um apelido, enquanto que os utilizadores do outro grupo apresentam dois/três apelidos interligados com um "de" e/ou um "e". Um exemplo do primeiro grupo de utilizadores seria "Mafalda Soares", enquanto que para o segundo grupo seria "Mafalda Soares de Ribeiro e Cunha". Aqui vai a bomba: não percebo como mas só me apercebi desta mensagem subliminar hoje.
Parece que ter dois nomes de apelido na conta do Facebook indica que a pessoa não pertence à ralé, não faz parte dos comuns mortais, esses pobretanas com um apelido só (categoria na qual, confesso, me insiro). Já tinham pensado/reparado nisto? Às vezes dou por mim a reparar em coisas patetas deste género.
Bom fim-de-semana e agora que têm esta preciosa informação em vossa posse, façam o melhor uso dela :)
Parece que ter dois nomes de apelido na conta do Facebook indica que a pessoa não pertence à ralé, não faz parte dos comuns mortais, esses pobretanas com um apelido só (categoria na qual, confesso, me insiro). Já tinham pensado/reparado nisto? Às vezes dou por mim a reparar em coisas patetas deste género.
Bom fim-de-semana e agora que têm esta preciosa informação em vossa posse, façam o melhor uso dela :)
Sobre Collants
Eu adoro collants e a versatilidade que podem dar a um outfit. Gosto de collants transparentes, opacos, com fantasias, rendinhas, bolinhas, riscas, cores, etc. Eu só não gosto é de collants rasgados. Isso é que não! E, infelizmente, nas minhas mãos duram pouco tempo em boas condições. E depois o pior é que tenho o terrível hábito de quando só têm uma malhazinha puxada guardá-los neste estado e esquecer-me que estão assim. E da vez seguinte que quero usá-los começo a vesti-los e pimba, começam eles a rasgar-se todos à medida que os puxo e eu a ver que afinal não tenho collants para vestir como pensava que tinha. Este é um hábito que quero, d-e-f-i-n-i-t-i-v-a-m-e-n-t-e, mudar! Esta semana já foram para o lixo 3 collants que estavam em estado impróprio. Chega de guardá-los porque "ah só têm um fiozinho puxado e isto mal se nota e meto um bocadinho de verniz e ainda se aguentam mais uns tempos". A partir de agora, se têm um pequenino estrago, lixo com eles. É do pior pensarmos que temos uma coisa, idealizarmos todo um outfit a pensar nessa coisa, estarmos a contar com isso e quando vamos vestir-nos...ups, afinal não tenho! Não me apanham mais de surpresa, collants. Tenho dito.
P.s.- Apercebi-me durante este texto que adoro a palavra collants.
P.s.- Apercebi-me durante este texto que adoro a palavra collants.
4.3.15
Feliz
E foi assim de repente, sem dar por isso, que me encontrei assim, apaixonada. Conhecem a sensação? Claro que sim. Aquelas borboletas na barriga, aquele nervoso miudinho, aquele querer estar constante, insistente, querer falar, querer saber, querer cheirar, ouvir, provar, rir, saber. Aquela incansável vontade de estar. É magia, só pode ser. E foi simplesmente assim que, sem dar conta, fui apanhada e enrolada por este calor que sabe tão bem. E se há histórias mesmo bonitas, esta é, sem dúvida, uma delas. Nunca fui de fazer declarações públicas em matéria de sentimentos e relações e quem me conhece sabe disso, mas neste momento sinto que quero gritar ao mundo. De repente parece que tenho 15 anos e me estou a apaixonar pela primeira vez...a experimentar sentimentos novos tão bons e indescritíveis. Quero cuidar, amar, respeitar, sonhar, construir tijolo após tijolo, contigo. Quero reinventar o teu mundo e fazer dele um lugar melhor. Quero
Sinto-me a mulher mais feliz do mundo por te ter ao meu lado. Fazes de mim a mulher mais feliz do mundo quando me dizes, precisamente, que me queres fazer a mulher mais feliz do mundo.
Obrigada por seres quem és todos os dias B.
Bom dia!
2.3.15
Manjerica, onde andas?
Bom dia Manjericas! Eu estou aqui, ausente bem sei, mas continuo por aqui e não deitei o estaminé ao ar. Tenho andado muito aérea e ausente aqui no Blog, com uma vida frenética e cheia de acontecimentos que a seu tempo poderei partilhar com vocês. Como a vida já me habituou, as mudanças são um lugar comum para mim (e ainda bem que assim é, pasmaceira não é comigo) e a semana passada tomei uma decisão em direção a mais uma pequena/grande mudança. Depois de um ano a viver a experiência "viver sozinha", vou regressar ao ninho que me viu nascer, temporariamente claro. A experiência foi extremamente bem sucedida, sobrevivi e aprendi a cuidar de mim. No entanto, chegou o momento em que valores mais altos se levantam e chegou a hora de assumir outro tipo de responsabilidades. E, como diz a minha mãe e muito bem, as experiências são para serem vividas. E ficou a experiência de um ano a solo, muito bem vivida, com o meu espaço, as minhas responsabilidades, as festas, os convívios com amigos que tão bem souberam, receber as pessoas de quem gosto no meu espaço, todos estes momentos deixaram um sabor muito especial. Sigo agora para uma nova etapa, com novos planos e projetos para os próximos meses. Sigo feliz e de coração cheio.
Uma óptima segunda-feira para vocês! ;)
Beijinhos
Uma óptima segunda-feira para vocês! ;)
Beijinhos
17.2.15
11.2.15
Gratidão
Ando há um tempo a pensar nisto da gratidão. É uma palavra simples mas que fica muitas vezes esquecida e arrumada lá no fundo do nosso dicionário verbal. No entanto, esta palavra encerra em si um significado muito forte e poderoso dado que, basicamente, cabe tudo lá dentro. Tudo o que fazemos e pensamos passa pela gratidão ou pela falta dela. E foi então que decidi escrever sobre o assunto.
5.2.15
Optimismo
Quero ser uma optimista. Às vezes consigo, outras vezes nem por isso. Mas eu quero ser uma verdadeira optimista, daquelas tão ferranhas que não perdem a fé por nadinha de menos positivo que aconteça. Admiro as pessoas optimistas por natureza, as pessoas do "vai correr tudo bem!" com consciência dos prós e dos contras. Já decidi, uma das minhas resoluções para este ano vai ser treinar o meu optimismo.
Mas há uma coisa na qual eu sou bastante optimista: o tempo. Chega a Fevereiro e já começo a ensaiar os cânticos de boas-vindas à Primavera, porque afinal já é em Março e estamos quase lá!! É verdade, quem me conhece sabe desta minha particularidade. E a verdade é que no próximo mês estamos na Primavera e só por causa disso, psicologicamente eu já acho que vai ficar menos frio. Pensamentos à solta da vossa Manjerica.
1.1.15
Happy New Year: 2015
Boa tarde Manjericas! Como se sentem neste primeiro dia do novo ano? Espero que estejam bem e a recuperar de forma saudável dos estragos que fizeram ontem à noite! :p
O dia 1 de Janeiro é sempre aquele dia que passa por nós como se não estivéssemos a passar por ele, passa-se assim muito por alto e levemente como se estivéssemos a ver um filme em slow motion e de forma pouco consciente. Pelo menos estou a descrever a minha sensação, não sei se vos é familiar :p Depois há também aquele pessoal mais calminho e ajuizado que gosta de começar o ano inteiro e, por isso, para essas pessoas hoje é um dia normal e capaz, repleto de capacidades físicas e psicológicas e cheio de alegria e entusiasmo para agarrar o novo ano.
O dia 1 de Janeiro é sempre aquele dia que passa por nós como se não estivéssemos a passar por ele, passa-se assim muito por alto e levemente como se estivéssemos a ver um filme em slow motion e de forma pouco consciente. Pelo menos estou a descrever a minha sensação, não sei se vos é familiar :p Depois há também aquele pessoal mais calminho e ajuizado que gosta de começar o ano inteiro e, por isso, para essas pessoas hoje é um dia normal e capaz, repleto de capacidades físicas e psicológicas e cheio de alegria e entusiasmo para agarrar o novo ano.
Nunca fui pessoa de fazer grandes resoluções de ano novo. Acho que o caminho se vai fazendo todos os dias e aos poucos e não é uma data no calendário que de repente muda tudo. Não gosto dessas imposições, eu cá prefiro andar ao meu ritmo :p E vocês, são daquelas pessoas que fazem uma grande lista de resoluções para o novo ano ou são mais de se deixar ir e vão traçando aos poucos as vossas resoluções? Partilhem :)
P.s. 1 - 2015 parece-me tão à frente que nem sei explicar. Parece-me um número do futuro e lembro-me que não tive esta sensação com 2014. 2015 faz ligações no meu cérebro com um futuro tão à frente como se eu tivesse nascido em 1943 e nunca imaginasse estar em 2015. Uma sensação estranha mas eu cá me hei-de habituar. Com 2016 nem vos digo as ligações que o meu cérebro faz.
P.s. 2 - Há 3 coisas que eu ainda não consegui encaixar: 1º - Daqui a 15 dias faço 27 anos; 2º - Daqui a 9 dias estou a entrar num avião para o Rio de Janeiro (e com esta deixaram de gostar de mim eu sei!); 3º - Estamos em 2015!!!
P.s. 3 - Tal como prometido (yeeeii!) fotografei o meu look da passagem de ano e amanhã há post com muito glitter no Blog! ;)
Desejo um excelente 2015 para vocês que vão passando por aqui e agradeço também todo o carinho e apoio que me vão dando através de comentários e e-mails :) São umas Manjericas fofinhas e já não passo sem vocês. Muita paz e alegria, sucesso, saúde, amor e toda aquela lista infindável de coisas boas! :)
26.12.14
Quem sobreviveu ao Natal?
Bom dia Manjericas(os)! Como estão aí desse lado depois de mais um Natal? A rebolar que nem umas lontras? Enjoadas(os) e sem conseguirem pensar/cheirar/ver mais rabanadas, lampreias de ovos, sonhos e arroz doce? Acusem-se as(os) guerreiras(os) que sobreviveram a mais um Natal.
Vou então contar-vos um bocadinho do meu Natal, que este ano acabou por ser em casa dos meus pais com os avós do lado do pai, tios e primos. Ora bem, o meu Natal foi bom, com muita comidinha e também muito barulho e confusão como se quer nesta época festiva. Por muito barulho e confusão não me refiro apenas à música natalícia que tocou durante toda a noite de consoada mas também aos gritinhos melodiosos dos priminhos mais novos que não podiam faltar, claro. Natal que é Natal tem crianças ruidosas lá pelo meio. Tem de ser.
Um dos factos curiosos que se verifica sempre na minha família nestas épocas de festa é a necessidade de fartura à mesa. É impressionante a quantidade de comida que vai para a mesa e é ainda mais impressionante a quantidade de comida que volta para a cozinha. Parece que estamos sempre à espera de mais 30 pessoas que nunca aparecem. São entradas e entradas, pratos e pratos, é bacalhau e polvo para um batalhão de guerra que não come há 60 dias, vinhos quentes, frios e doces para acompanhar as 1001 sobremesas que nunca ficam nem sequer a metade e se tornam um género de montra para apreciar. Em apenas dois dias sinto que comi mais que em duas semanas.
Depois é toda a dinâmica familiar que se vive/observa (dependendo do nível da vossa participação) nestes dias. Lá em casa temos o hábito de passar o Natal com a família toda (um dia com a família do lado do pai e o outro dia com a família da mãe) e o nosso Natal foi durante muitos anos passado no Norte. Nesses Natais estamos também com aquela família mais afastada com quem não convivemos todos os dias e depois voltamos a lembrar-nos porquê. Este ano, graças a Deus e à nossa insistência, o Natal foi passado em terras de alface. A dinâmica foi, portanto, bem mais simples e a confusão bastante menor.
Este Natal não tive uma tia afastada a dizer que a minha irmã já está mais alta que eu com grande admiração (ela já está mais alta que eu há uns 7 ou 8 anos), não tive de dar beijinhos a velhinhas com cara de cacto que já picam a 10 centímetros de distância, não tive de dizer 30 mil vezes que já terminei o curso há 4 anos e já trabalho, não tive de sossegar as mentes mais preocupadas porque não estou suficientemente "roliça", não tive de descongelar a água do autoclismo e não tive de conviver com 5 graus negativos.
Posto isto, este foi um Natal bastante tranquilo, com muita comidinha boa, bons presentes, muita conversa, convívio e passeios familiares, o mais importante. No entanto, saliento que é necessário um certo jogo de cintura (o Hula Hoop é pra meninos!) para aguentar com sanidade toda a intensidade que é passar dois dias em família. Por muito boas que sejam as famílias e por muito bem que se dêem, volto a repetir, é intenso. É intenso ignorar os comentários estapafúrdios de X ou as opiniões completamente contrárias às nossas de Y, é intenso ouvir as piadas sem piada de Z, as tentativas de conversa de W ou aquelas ideias que nem acreditamos que estamos a ouvir e que se não estivéssemos em ambiente familiar já nos tinha saltado a tampa ao ouvir aquilo. É necessário ir fazendo um exercício de respiração intenso e é nestes momentos que penso que devia praticar Ioga.
Agora a sério, é só preciso fingir que não se ouve muita coisa e está tudo bem. Agora ainda mais a sério, com isto tudo podem ficar a pensar que não gosto do meu Natal, mas estão enganados. Adoro o meu Natal. É rico destas coisas e cheio de histórias para contar. É aconchegante e caloroso. É bastante intenso. Espero que o vosso Natal também tenha sido bem alegre e quentinho e que tenham sobrevivido ilesos a todas estas balas natalícias.
Partilhem comigo quais são os momentos mais díficeis que têm de enfrentar todos os Natais e também quais as partes que vos aquecem o coração :)
10.12.14
Gosto de...#1
...começar o dia cedo
...da sensação que se tem depois de um bom treino no ginásio e um banho quentinho
...boas tardes de conversa com os amigos
...jantaradas
...tardes na ronha com a minha irmã
...pessoas sinceras
...dançar feita maluca
...cantar alto e em bom som num karaoke com amigos
...ouvir as pessoas sábias à minha volta
...fazer os meus amigos e família felizes
...oferecer presentes
...oferecer-me presentes
...dar abraços às pessoas que me são queridas
...sorrir, rir, gargalhar
...sentir que cumpri os meus objetivos
...da sensação de dever cumprido
...estar em casa bem aconchegadinha e ouvir a chuva lá fora
...comer um bolo caseiro feito pela minha mãe numa tarde de Domingo
...voltar à casa onde cresci e sentir-me criança de novo
E vocês que andam desse lado, digam-me uma coisa de que gostem muito :)
...da sensação que se tem depois de um bom treino no ginásio e um banho quentinho
...boas tardes de conversa com os amigos
...jantaradas
...tardes na ronha com a minha irmã
...pessoas sinceras
...dançar feita maluca
...cantar alto e em bom som num karaoke com amigos
...ouvir as pessoas sábias à minha volta
...fazer os meus amigos e família felizes
...oferecer presentes
...oferecer-me presentes
...dar abraços às pessoas que me são queridas
...sorrir, rir, gargalhar
...sentir que cumpri os meus objetivos
...da sensação de dever cumprido
...estar em casa bem aconchegadinha e ouvir a chuva lá fora
...comer um bolo caseiro feito pela minha mãe numa tarde de Domingo
...voltar à casa onde cresci e sentir-me criança de novo
E vocês que andam desse lado, digam-me uma coisa de que gostem muito :)
26.11.14
11 Sugestões infalíveis para entrar no espírito de Natal
E não é que já falta menos de um mês para o tão aguardado Natal? Do Verão até agora sinto que o tempo não passou, voou. Tão rápido e já estamos a menos de um mês do Natal. Sempre adorei esta época do ano tão quentinha e confortável em que andamos todos com o coração mais aberto e perto da boca. Uma época tão natalícia. As cores, os cheiros, os jantares/almoços de Natal, o reencontro com amigos e família com quem estamos menos, os filmes da época, a comida...adoro o Natal, sempre gostei e acho que quando tiver a minha família ainda vai ganhar um gostinho mais especial. Não sei porquê, é só algo que sinto. Este ano ainda não entrei mesmo no "espírito" natalício, não sei porquê mas acho que ainda não cheguei lá. Porque é que o Natal vem já aí tão apressadinho? Temos de entrar no espírito à força (e sem subsídio de Natal!) e assim não sei se vou conseguir. Bem, espero que sim senão vou ter que esperar um ano inteiro até ao próximo Natal. De qualquer forma, e como mulher prevenida vale por duas, o melhor é arregaçar mangas e pôr mãos à obra que aqui já percebi que ninguém vai fazer o trabalho por mim. Eu própria vou conquistar o meu espírito natalício nem que seja à lei da bala!
Depois de alguma reflexão cheguei a uma lista de "atividades" (obrigatórias) que são capazes de me (nos) ajudar a entrar neste tão afamado espírito natalício. Vou partilhá-la aqui com vocês, pois se também ainda não entraram no espírito devem estar na mesma aflição que eu. Ora atentem nas seguintes sugestões:
1) Ver filmes de Natal (aqueles fofinhos e cheios de família, amizade, romance e boas ações)
2) Enfeitar a casa com pequenas/grandes decorações natalícias ao som de música natalícia (ambas ao gosto de cada um)
2) Enfeitar a casa com pequenas/grandes decorações natalícias ao som de música natalícia (ambas ao gosto de cada um)
3) Fazer bolinhos/bolachinhas de Natal e acompanhar com chá e família/amigos ao fim-de-semana
4) Ouvir músicas de Natal em todo-o-lado (carro, no trabalho com fones, o mais importante é não perder uma única oportunidade desta melodia entrar pelo nosso ouvidinho adentro (ao gosto de cada um)
5) Vestir camisolas felpudas e de preferência vermelhas, ou qualquer outra peça com esta cor (puxa ao sentimento)
6) Viajar até uma cidade (basta um fim-de-semana) onde se viva mesmo o Natal dos filmes, aquele com neve e bonecos e isso tudo (de acordo com as possibilidades de cada um. Sugestões para todos os budgets: Serra da Estrela, Londres, Nova Iorque)
7) Comprar roupa natalícia para o animal de estimação lá de casa
8) Fazer jantares de Natal com os amigos próximos
9) Se ainda não se tiverem atingido resultados fazer jantares de Natal com os amigos menos próximos
10) Comprar os presentes que pretendemos oferecer (isto costuma ajudar bastante)
11) Em acto de desespero e se nenhuma das sugestões acima pegar, passear em shoppings e sentir aquela azáfama natalícia até à exaustão
Depois disto tudo, se ainda assim não se sentirem invadidos pelo espírito natalício em todo o seu esplendor, lamento infomar-vos mas transformaram-se em pequenos Grinch e já não há muito que possa fazer por vocês. Deixo o caso entregue a outras autoridades. Boa sorte!
Desse lado, como andam os vossos coraçõezinhos natalícios? Mais para o rena Rodolfo ou mais para os lados cavernosos do Grinch?
Uma excelente época natalícia para todos :)
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